Crítica: Mulher-maravilha revoluciona a representação feminina no cinema

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O estereótipo da mulher no cinema

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13 Reasons Why e o porquê das coisas

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14 julho 2017

Filmes para as férias e algumas críticas... sem spoilers!!!

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  Se tem uma data que é a mais aguarda do ano, com certeza são as férias. Aquele tempo onde você pode se dedicar a algum aprendizado novo, uma viajem, ou apenas descansar, e no post de hoje vamos dar algumas dicas para as férias (mais precisamente de filmes, que você precisa assistir!!!).



 Se você ama desenhos e já assistiu os longas da Disney, minha dica é CARROS 3. O filme trás as mudanças no mundo das corridas, e principalmente na vida do personagem principal Relâmpago McQueen, se prepare para momentos muitos tristes, momentos de risada com o carro mais caipira Mater.  E também uma grande surpresa, descobrir um pouco mais sobre o querido ex corredor e treinador Doc Hudson, uma parte que particularmente achei interessante os roteiristas colocarem, pois assim você relembra detalhes das antigas sequências. E um fato que amei a nova personagem Cruz Ramirez, que conforme a trama vai evoluindo............ (se preparem, essa personagem vai surpreender).

                                                    http://filme.disney.de/cars-3-evolution

Se seu gênero favorito é ação e você também curte ficção cientifica, uma ótima pedida é LOGAN (Hugh Jackman), de uma forma diferente dos filmes anteriores, esse se passa em um momento onde os mutantes X-Man estão sendo caçados como animais, o grande professor Xavier (Patrick Stewart) não vive seus melhores momentos, muito menos Logan. Os dois vivem de forma precária junto com outro mutante, chamado Caliban (Stephen Merchant), que irão passar por muitas dificuldades e momentos de tristeza .
É claro que filmes de quadrinhos tem seus pontos negativos já que muitas vezes não segue a cronologia correta, mais o filme não deixa a desejar de maneira nenhuma, Hugh Jackman está se despedindo do personagem Logan honrosamente, a grande revelação é a atriz Dafne Keen, no papel de X-23, uma versão feminina e jovem do Mutante Wolverine.... Carregado de cenas muito melancólicas e de ação, vale a pena fazer aquela pipoca e colar no sofá.

                                                  http://mobile4292.superfastredir9.xyz/default

 Esse filme se tornou o meu favorito do ator James McAvoy, FRAGMENTADO!!! O personagem Kevin é um cara de múltiplas personalidades, criança, mulher, no total 23. Das quais cada uma tem um estilo, sua vida e voz, no inicio do filme Kevin parece apenas um cara meio fora das faculdades mentais, depois o personagem vai mostrando sua real intenção por trás de cada ação, a cada momento conforme as personalidades vão surgindo há uma surpresa, você caminha na construção do Por que ele está fazendo isso? com a Casey Cook (Anya Taylor-Joy), que sofre bastante na mão de Kevin, e não só ela... O filme é cheio de suspense e tensão, a cereja do bolo são cenas que se encaminham para o final do filme, onde tudo é revelado....

                                                        https://www.google.com.br/search?

01 junho 2017

Crítica: Mulher-maravilha revoluciona a representação feminina no cinema

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http://pin.it/YRqFQxE
   Na última quarta-feira, 01/06, fui assistir a pré-estreia do primeiro longa metragem da Mulher-maravilha da história do cinema. Com certa expectativa, acabei sendo surpreendida pelas escolhas da diretora Patty Jenkins em interpretar a heroína de forma diferenciada aos outros filmes recentes lançados pela DC Comics. Sob uma perspectiva inovadora, mas ao mesmo tempo respeitosa aos elementos presentes nos quadrinhos, o filme indica uma possível recuperação após o desastroso Esquadrão Suicida, passando a frente da Marvel após ser a primeira editora/produtora a representar uma mulher como protagonista, dentro do Universo dos heróis, é claro.
   O enredo começa apresentando um contexto atual, quando Diana Prince (Gal Gadot) se depara com uma fotografia de seu passado que acarreta em um flashback, trazendo-nos a infância da heroína na Ilha Temyscira e, a partir disso, observamos crescimento da personagem sendo treinada por sua tia, Antiope (Robin Wright). Sem muita enrolação, o primeiro ponto de virada não demora a acontecer, sendo este a chegada de Steve Trevor (Chris Pine), soldado americano resgatado por Diana. Sendo assim, o evento provoca espanto e gera consequências na vida das Amazonas que viviam a milênios se preparando para uma possível Guerra que comprometesse suas vidas e a humanidade.
   Com isso, se ainda houveram dúvidas quanto a escolha da atriz israelense para o papel, após assistir o longa, ouso dizer que Gal supera até mesmo Lynda Carter, que protagonizou a série televisiva na década de 70. Outros elementos de destaque são as cenas de ação, que possuem características únicas, tornando os trechos tanto quanto memoráveis, graças ao recurso da câmera lenta que se encaixa perfeitamente com a estrutura do filme. Já a personagem de Chris Pine também merece elogios, que apesar de não roubar o destaque da Amazona como figura principal da trama, constrói diálogos humorísticos e torna a relação amorosa entre os dois de extrema sinceridade e sutileza. Porém nem tudo é perfeito, uma das grandes falhas está no roteiro, que apresenta alguns pequenos furos e cenas que provocam incoerência, como a viagem de barco da ilha em direção a Londres, que dura miseras horas. 
   Mesmo assim, a execução em geral é ótima e provoca no espectador reflexões importantes, principalmente relacionados ao papel da mulher na sociedade, duramente criticado com a presença de um humor ácido. Outras personagens secundárias, como a Dra. Veneno, geram certa semelhança com os quadrinhos e tornam a história mais coesa. Tendo em vista tudo isso, Mulher-maravilha surge no ano de 2017 para mostrar a sociedade atual que algumas coisas ainda tem muito a melhorar e que apesar de não deixar ganchos, aguardo com muita esperança uma possível continuação.

04 maio 2017

O estereótipo da mulher no cinema.

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                Como vocês se veem no espelho? Como se veem em revistas? Na televisão?  E no cinema?. Eu confesso que gosto bastante de tratar sobre estereotipo, algo tão superficial, raso e sem nexo, uma das grandes razões de muitas mulheres odiarem seus corpos, eu mesma fico horas achando milhões de defeitos.  Dai comecei a achar varias pesquisas tratando a mulher nos filmes, e estou avaliando como não percebemos as coisas, como podemos deixar que essas coisas aconteçam . Vou deixar que a pesquisa diga por si só:
Sim, somos tratadas assim, simples objetos...
Mas calma esses não são os únicos problemas!!!
A menina indefesa, que não sabe fazer nada.
Sempre tem aqueles filmes, principalmente de ação que a mulher sempre está atrás do cara e não pode escutar um barulho que chora, grita ou pede ajuda para o homem. Queridos diretores, quem disse que mulher não sabe se defender?.

A mulher que corre de salto, vestido e ainda consegue ser sexy.

A mulher da franquia Transformers ( todos os filmes tem uma mulher assim, pode acreditar), ela corre muiitooo, veste uma roupa bem coladinha e um salto 15, seus cabelos voam, ela tem um olhar impactante. Se você acredita nisso, você foi enganado por hollywood...
Se andar já é difícil imagina correr!
A garota superficial, que demora milhões de anos para entender as coisas.
Em muitos filmes você vai se depara com uma mulher que sempre é taxada como burra, e na maioria das vezes ela é extremamente superficial. A garota de Beverly Hills, mas não se engane por esses estereotípicos, muitas dessas mulheres são extremamente inteligentes e comando grandes empresas, o fato de como elas usam seu dinheiro não tem a ver com sua personalidade ou caráter. 


A mulher, ou mãe que implica com tudo.
Essa talvez você não tenha percebido, mais está presente em muitos filmes e séries. A mulher tem razão, mais todos acham que ela está sendo chata, sua real intenção é sempre distorcida, por que se preocupar é tão desnecessário...


Vamos mudar isso, mulheres do século XXI, são o inverso de tudo isso. Estão cada dia mais ganhando seu espaço em todos os lugares, se tornando mulheres fortes e independentes!!!

19 abril 2017

13 Reasons Why e o porquê das coisas

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http://pin.it/Y_pYAMw
   Se sentir vazio, com medo, imerso na solidão, até que de repente passar a não sentir mais nada, sem conseguir encontrar respostas para sua própria existência. Falo do que acredito ser as mais profundas emoções vividas diariamente por alguém com depressão, doença tão mal interpretada pela sociedade ao longo dos anos. É impossível compreende-la totalmente, mas muito fácil deduzir suas consequências, principalmente quando a experiência é vivida na adolescência. 
   Agora, a possível causa? Você. Impressionante as tantas interpretações que tal sentença pode ter, mas entenda, quem quer que esteja lendo isso pode ter contribuído com o desnorteamento de outro alguém, seja humilhando, rindo, assediando, xingando e até mesmo só observando. Este último, claro, a partir do momento que se decide não interferir naquilo que viu ou vê.
   A nova série do Netflix, 13 Reasons Why, é inspirada em um livro de mesmo nome, em que uma jovem de 17 anos comete suicídio, mas antes deixa gravado em 13 fitas os motivos (ou porquês) de sua decisão, sendo estas destinadas a 13 pessoas diferentes que de alguma forma a influenciaram. Apesar do resultado positivo na prevenção do suicídio, a série foi bastante criticada por supostamente incentivar o ato e colocar jovens depressivos em uma situação desconfortável consigo mesmos. 
   Contudo, a primeira temporada conseguiu alcançar um grande número de pessoas e iniciar a discussão de assuntos antes deixados de lado, como a violência sexual, verbal e o bullying. Assim como o relato de alguns atores escalados apresentam situações vividas por eles no colegial semelhantes as de Hannah Baker, protagonista da série. 
   Aprovando ou não 13 Reasons Why, é importante não silenciar os temas que são abordados, tão presentes na nossa realidade. E na vida real, o que fazer? Não se cale, ajude e deixe ser ajudado. Se posicione, não se permita assistir a degradação do outro, aponte caminhos e principalmente escute o que tiver de ouvir. Não seja só mais um, levante e seja grato por pior que a vida possa ser, seja a voz, seja o apoio, seja a diferença. Pois isso tudo só depende de você.

26 março 2017

6 filmes nacionais e o Brasil na indústria cinematográfica

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   Antes de eu chegar ao ponto da postagem de hoje, pense em uma questão: quais são os seus filmes favoritos? São inúmeros títulos, não? Agora mentalize novamente: quantos deles são nacionais? Acredito que poucos poderão dizer com firmeza que dentre todos os longas produzidos e dirigidos no Brasil pelo menos um está entre eles. Já passou o tempo de considerar como inferior todo e qualquer produto vindo de seu próprio país, os conceitos mudaram, por tanto abra sua mente e tente prestar atenção em tudo aquilo que acabe-se perdendo por conta de um preconceito sem fundamento.
   Passada a bronca gostaria de dizer que eu mesma me incluo na categoria de pessoas que estão presas a uma visão pessimista quanto a produção cinematográfica brasileira, então resolvi listar alguns filmes que conquistaram meu coração ao longo desses anos e daleeee Brasil!